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CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE ALZHEIMER

Importância da conscientização sobre a Doença de Alzheimer

Como acreditar que possa ser fácil ou possível levar a sério, conviver ou cuidar de uma pessoa que desenvolveu Alzheimer? Assim é o início do diagnóstico desta doença, um susto e uma preocupação sensível.

Perdendo coisas, perdendo objetos, perdendo a passividade, perdendo a comunicação e principalmente perdendo memórias…, ah as memórias! Aquelas que se tornam nossos bens mais preciosos, aquelas que construímos ao longo da vida, ao longo das relações, ao longo das convivências, memórias das viagens, dos namoros, dos amigos, do trabalho…de todos os momentos que possam ter gerado um suspiro ou um breve sorriso de satisfação.

Como se conformar que tudo que foi construído, tudo que foi vivido, agora se apaga?

Como seguir, sabendo que ainda…” pode piorar”? Que os outros passarão a olhar de maneira diferente e que uma nova percepção será formada?

Como digerir que toda evolução daquele SER (corpo, espírito e alma), poderá agora ser descrito como desorientado, perdido, causador de problemas e com comportamento inadequado? Mas acredite; isto é consequência de uma doença, consequência do Alzheimer e de forma alguma define o “SER”.

Sendo doença, ela tem causa, tem progressão e esta: ainda não tem cura!

Enfim, este assunto é do tipo que deve-se ter com o coração aberto. “Porque ninguém compra amor ou compaixão no supermercado”, cuidar está longe de ser fácil e vai exigir sua melhor versão. Este CUIDAR – verbo de ação – é pra quem vive no tempo do outro e de olhos abertos não mais pra doença em si, mas ter os olhos abertos para a disposição, para a paciência e para o respeito. Este CUIDAR significa ter força, entregar-se, medicar com o olhar, medicar com gestos carinhosos, com massagem, com extrema atenção. Quando nos referimos ao CUIDAR significa zelar, e ter imaginação (mesmo que em pouca quantidade), para direcionar aquele que é acometido pela doença.

 

 

O que é o Alzheimer?

Essa doença, faz com que aconteça uma degeneração das células do cérebro, que provoca a diminuição das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social e interferindo no comportamento e na personalidade do paciente, pois causa sintomas como perda de memória progressiva, além de dificuldade para raciocinar e falar.

Para o Ministério da Saúde, a Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, além do comprometimento progressivo das atividades de vida diária. O primeiro sintoma, e o mais característico, é a perda de memória recente.

Com a progressão da doença, vão aparecendo sintomas mais graves como, a perda de memória remota (ou seja, dos fatos mais antigos), bem como irritabilidade, falhas na linguagem, prejuízo na capacidade de se orientar no espaço e no tempo. Embora ainda não possua uma forma de prevenção específica, recomenda-se manter a cabeça ativa e uma boa vida social, regada a bons hábitos e estilos, o que auxilia na melhor condição de conviver com a doença. Isto, pode retardar ou até mesmo inibir a manifestação da doença.

O Alzheimer pode ser tratado pelo psiquiatra, geriatra ou por um neurologista e o tratamento é medicamentoso capaz de minimizar os distúrbios da doença e propiciar a uma redução da progressão do comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária. O Alzheimer é a forma mais comum de demências e ocorre em pessoas de idade, sendo responsável por mais da metade dos casos de demências no país, conforme o Ministério da Saúde.

 

Sintomas do Alzheimer

No início, o paciente com Mal de Alzheimer começa a perder a memória recente, ou seja, é capaz de se lembrar de acontecimentos antigos, aqueles que ocorreram há anos, porém, não se lembra o que comeu no almoço, por exemplo. O quadro evolui com o tempo e acaba impactando bastante no dia a dia e rotina da pessoa acometida, pois compromete a capacidade de atenção, aprendizado, compreensão e linguagem. Com isso, o paciente fica dependente de outras pessoas para efetuar tarefas básicas da rotina, como alimentação e higiene pessoal.

Inicial:

  • ✓ As alterações constantes da memória: não lembrar onde guardou as chaves, o que comeu nas refeições, nomes e locais onde esteve;
  • ✓ Desorientação no tempo e no espaço: não lembrar o caminho de volta para a casa ou do trabalho, não conseguir saber que dia da semana ou estação do ano está, por exemplo;
  • ✓ Dificuldade para tomar decisões simples: não conseguir planejar o que irá comprar e cozinhar ou que roupa vestirá;
  • ✓ Repetir informações ou as mesmas perguntas;
  • ✓ Mudança de comportamentos como agressividade ou ansiedade sem motivo aparente.

Fase moderada:

  • ✓ Esquecer o fogão ou ferro ligado com frequência, usar os utensílios errados para limpar a casa;
  • ✓ Inaptidão de fazer a higiene pessoal, ou esquecer de se limpar, usar a mesma roupa sempre;
  • ✓ Esquecer palavras ou dizer frases sem sentido;
  • ✓ Dificuldade para ler e escrever;
  • ✓ Desorientação em lugares conhecidos, como a própria casa, esquecendo onde ficam os cômodos ou os confundindo;
  • ✓ Alucinações; mudanças de comportamento como quietude ou agitação;
  • ✓ Apresentar desconfiança, como achar que está sendo perseguido ou roubado.

Avançada:

  • ✓ Esquecer memórias antigas e não memorizar novas informações;
  • ✓ Esquecer de locais, familiares, amigos, não identificando rostos e nomes;
  • ✓ Apresentar sintomas de incontinência urinária e de fezes;
  • ✓ Perder a noção de civilidade e andar sem roupas, arrotar ou cuspir em público;
  • ✓ Não conseguir efetuar movimentos simples com braços e pernas, como levar o garfo até a boca, caminhar, cruzar as pernas.

 

Diagnóstico do Alzheimer:

O médico responsável pelo diagnóstico da doença de Alzheimer é o geriatra ou o neurologista, e o tratamento é feito com medicamentos que aliviam os sintomas e atrasam a progresso da doença. O geriatra ou neurologista irão, em consulta, avaliar o histórico clínico do paciente e observar os sinais da doença.

Com a realização de exames como tomografia computadorizada, exames de sangue e ressonância magnética, além de testes de cognição e memória, o médico poderá indicar ou não a presença de alguma alteração na memória. Os exames serão necessários para excluir outras doenças, como acidente vascular cerebral (AVC), demência senil, disfunções na tireoide e doenças cerebrais que possam causar degeneração.

 

O Tratamento:

Até o momento, não existe cura para o Mal de Alzheimer, porém com o tratamento é possível que os pacientes tenham mais qualidade de vida, inclusive na fase mais grave da doença. Isso fará com a doença progrida de forma mais lenta, fazendo com que o paciente consiga ter mais independência nas suas atividades. O tratamento irá envolver medicamentos específicos, receitados única e exclusivamente pelo neurologista ou geriatra que acompanha o caso, de acordo com a fase da doença. Além disso, o paciente passará por estimulação cognitiva, social e física, que envolvem atividades como fisioterapia, terapia ocupacional, atividade física e fonoaudiologia.

É importante ressaltar que o tratamento complementar aos medicamentos não tem o objetivo de recuperar a capacidade que o paciente tinha antes da doença, mas sim fazer com que ele consiga realizar as atividades necessárias com as funções que ainda estão preservadas, fazendo com que os pacientes sigam com autoestima e iniciativa própria para a execução de funções.

Estima-se que no mundo, cerca de 47 milhões de pessoas sofram com a doença, sendo que 10 milhões de novos casos são registrados todos os anos, conforme fonte do Centro Médico Berrini.

 

Cuidado e Atenção

Para você leitor, ou futuro aluno Eleven, do Curso de Cuidador de Idosos/ Cuidados Paliativos, sugiro que aquele que cuida: ZELE POR SI MESMO, valorize momentos de pura alegria, ou naqueles que não há alegria extrema, como os que surgem no dia daquele que tem Alzheimer.

Não deixe que o acometido pela doença, perca a conexão consigo mesmo nem com a história que criou “antes da hora” e nunca foque nas perdas!

Lembre-se que cuidar é para poucos, pois este CUIDAR é pra quem ama a vida, este CUIDAR é doar, perceber, estar e permanecer ao lado de quem a muito já não pode controlar a memória mais.

E com estas palavras, que fazemos mais que uma Campanha em Fevereiro, mas uma homenagem para toda e qualquer pessoa ou familiar que escolheu, CUIDAR!!!

Participe conosco desta Campanha – Fevereiro Roxo – Alzheimer. Precisamos cada vez mais de conhecimento acerca desta doença, hoje é com os outros, amanhã pode ser conosco.

Venha elevar sua Carreira, #sejaeleven

 

Por Daniela Ogliari.

 

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